Veio uma mãe à Sala Azul

           A mãe da Inês, que é professora de Físico-Química, veio à Sala Azul do Jardim de Infância de Vila Cova da Lixa, no passado dia 22 de Maio, fazer uma série de experiências.

         A mãe da Inês começou por indicar o vestuário que se deve usar e os procedimentos a adoptar sempre que se usam produtos quimicos.   Apresentou alguns símbolos, que indicam produtos perigosos, e nos quais não se deve mexer. As crianças estiveram muito atentas a todas estas explicações.

grupo atento às explicações

grupo atento às explicações

             Primeiro foi a “mensagem secreta”. As crianças desenharam, mas a mensagem não se via… Depois, a mãe da Inês pulverizou o papel que as crianças tinham utilizado. A seguir pulverizou com um spray e, de imediato, surgiu o desenho em cor rosa forte. Pulverizava e aparecia, secava e desaparecia, secava e desaparecia, pulverizava e aparecia…

           Depois pegou num frasco com um líquido incolor e juntou-lhe outro líquido também incolor e ficou tudo transformado num outro líquido de cor amarela…

         E não é que conseguiu pôr um biberão “a comer” ovos?! No interior de um biberão de vidro estava um pedaço de algodão embebido em álcool a arder, a seguir colocou ovos cozidos em cima do gargalo e o biberão… engoliu-os um a um.

         E não é que ainda simulou um vulcão? Num frasco com areia e outros materiais, acendeu um fósforo, introduziu vários materiais em pó e… surgiu uma erupção que lembrava os vulcões.

        E a “magia” continuou. Pegou num garrafa de plástico de água, onde tinha preso um balão ao gargalo, agitou a garrafa, que tinha vários produtos no seu interior que pareceram ter entrado em efervescência… E o balão encheu-se sozinho!

         E também mostrou a acetona comilona! A mãe da Inês tinha acetona num copo de plástico e as crianças juntavam-lhe uma bola de esferovite. Mexiam o copo e… a esferovite desaparecia!

      E, para surpresa de todos, ainda viram que o que pensavam ser água a arder. Junto a um frasco com um líquido que parecia água acendeu um fósforo e logo surgiu uma chama que ardeu durante momentos. Aí, as crianças foram alertadas que não devem mexer, nem ingerir, líquidos sem a indicação dos adultos.

          Mas foi a experiência da garrafinha que falava que mais gostaram. Numa garrafa estava outro líquido incolor. Aí, a Alexandra (mãe da Inês) perguntou à garrafinha: “De que cor é a Sala da minha filha?”. Agitou a garrafa e… apareceu a cor azul. No final da apresentação ofereceu uma pipeta a cada criança.

agitou a garrafa e ... apareceu a cor azul

agitou a garrafa e ... apareceu a cor azul

           A colaboração da mãe da Inês, disponível, simpática e com carinho, apoiou e motivou as crianças para as ciências experimentais, tanto mais que foi muito apreciada por todos.

         As experiências foram, também, apresentadas aos outros dois grupos deste Jardim de Infância, no dia de 5 de Junho, das Salas Vermelha e Amarelo.

Deolinda Silva,educadora

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